{"id":352,"date":"2014-02-23T14:58:45","date_gmt":"2014-02-23T14:58:45","guid":{"rendered":"https:\/\/oucbh.indisciplinar.com\/?post_type=project&#038;p=352"},"modified":"2015-04-30T18:05:07","modified_gmt":"2015-04-30T18:05:07","slug":"qqw","status":"publish","type":"project","link":"https:\/\/oucbh.indisciplinar.com\/?project=qqw","title":{"rendered":"Cartografias Biopotentes"},"content":{"rendered":"<pre style=\"text-align: justify;\">Faz\u00a0parte do<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pages\/Ver\u00e3o-Arte-Contempor\u00e2nea\/167583109952187?fref=ts\"> VAC<\/a> Ver\u00e3o Arte Contempor\u00e2nea 2014\u00a0e \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o do Grupo <a href=\"http:\/\/blog.indisciplinar.com\">INDISCIPLINAR<\/a>\u00a0\r\n(<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pages\/Indisciplinar\/425668724191296?fref=ts\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow\">https:\/\/www.facebook.com\/<wbr \/>pages\/Indisciplinar\/<wbr \/>425668724191296?fref=ts<\/a>)\u00a0em parceria com o VAC\r\n e diversos coletivos de artistas e arquitetos, movimentos sociais, movimentos culturais, ativistas e \r\nuniversidades.<\/pre>\n<p style=\"text-align: justify;\"><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/cartografiasbiopotentes?fref=ts\"><strong>Cartografias Biopotentes<\/strong><\/a> consiste em um conjunto de eventos (semin\u00e1rio + 4 workshops + palestra + lan\u00e7amento de livro) que pretende aglutinar formas de cartografar criticamente a cidade e suas din\u00e2micas biopol\u00edticas territoriais. A Am\u00e9rica Latina vem se tornando uma refer\u00eancia internacional no campo da produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica e arquitet\u00f4nica quando se trata de propor alternativas aos modos tradicionais de habitar a cidade. A desobedi\u00eancia civil presente nessas maneiras de ocupar espa\u00e7os p\u00fablicos e privados gera ind\u00edcios de que h\u00e1 uma resist\u00eancia positiva, original e biopotente que atravessa o territ\u00f3rio: desde a ocupa\u00e7\u00e3o cotidiana das ruas com vendedores ambulantes, de morros e margens de rio com favelas e popula\u00e7\u00f5es ribeirinhas, at\u00e9 mesmo com a atual presen\u00e7a de eventos art\u00edsticos e culturais em espa\u00e7os inusitados. Acredita-se que arte e a arquitetura podem ativar estas situa\u00e7\u00f5es multitudin\u00e1rias que evidenciam outras formas de vida e a poss\u00edvel amplia\u00e7\u00e3o de processos colaborativos e auto-gestionados. O evento Cartografias Biopotentes pretende dar \u00eanfase a estes processos, atrav\u00e9s da constru\u00e7\u00e3o de cartografias cr\u00edticas ativistas e positivas.<\/p>\n<pre style=\"text-align: justify;\">Curadoria geral: Natacha Rena (Grupo INDISCIPLINAR_UFMG)\r\nProdu\u00e7\u00e3o dos workshops: Ana Isabel de S\u00e1, Paula Bruzzi, Talita Lessa, Igor Bernardes, Priscila Musa, \r\nJoviano Mayer, Marcelo Maia, Lua Magalh\u00e3es, Rodrigo Bastos e David Navarrez\r\n\r\nWORKSHOPS\r\nTodos os workshops acontecer\u00e3o nos mesmos dias e hor\u00e1rio:\r\nDATA: 06, 07 e 08 de fevereiro\r\nHOR\u00c1RIO: 14hs \u00e0s 19hs\r\n\r\n<\/pre>\n<div>O workshop <a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/BeloHorizonteComum?fref=ts\">Mapeando o Comum em BH<\/a>, coordenado por Pablo de Soto discutir\u00e1, de forma mais abrangente, as transforma\u00e7\u00f5es da cidade a partir de um olhar cr\u00edtico \u00e0s pol\u00edticas urbanas neoliberais atualmente em vigor. Os mapeamentos ser\u00e3o realizados coletivamente e ir\u00e3o abranger \u00e1reas atingidas pela Opera\u00e7\u00e3o Urbana Consorciada Nova BH, que prop\u00f5e modificar radicalmente a estrutura urbana de 7% do territ\u00f3rio da cidade. Pretende-se evidenciar n\u00e3o somente os processos gentrificat\u00f3rios em toda a regi\u00e3o central da cidade, mas principalmente, revelar as produ\u00e7\u00f5es do comum no espa\u00e7o.<\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/mappingthecommons.net\/pt\/belo-horizonte\/\" target=\"_blank\">http:\/\/mappingthecommons.net\/<wbr \/>pt\/belo-horizonte\/<\/a><\/div>\n<div>QG do workshop Mapeando o Comum: Casa UNA, Rua Aimor\u00e9s, 1.451<\/div>\n<div><a href=\"http:\/\/pablodesoto.net\/\">Pablo de Soto<\/a> (Espanha\/Brasil)<br \/>\nArquiteto espanhol com mestrado pelo Royal Institute of Technology Sweden (2007). De 2002 a 2011 atuou no\u00a0<a href=\"http:\/\/l.facebook.com\/l.php?u=http%3A%2F%2Fhackitectura.net%2F&amp;h=JAQF2mXfb&amp;s=1\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow nofollow\">hackitectura.net<\/a>, uma equipe de arquitetos, programadores e artistas, da qual foi um dos fundadores, pioneira nos territ\u00f3rios emergentes em que se encontram a arquitetura, os fluxos eletr\u00f4nicos e as redes sociais. Criadora de Fadaiat y Wikiplaza Paris, seus trabalhos tem sido exposto em v\u00e1rios museus e centros de arte, dentre os quais se destaca o ZKM. Tem se apresentado, como artista visual, em festivais como o Sonar, dentre outros. J\u00e1 participou de confer\u00eancias e workshops na Fran\u00e7a, Croacia, Let\u00f4nia, Alemanha, It\u00e1lia, Reino Unido, Eslov\u00eania, Holanda, Dinamarca, Noruega, Marrocos, Portugal, Su\u00ed\u00e7a, Su\u00e9cia, Egito, Brasil, Col\u00f4mbia e Jap\u00e3o.Os outros 3 workshops ir\u00e3o compor o Mapeando o Comum, auxiliando na cartografia mais ampla do processo com atividades micropol\u00edticas mais locais:Pra\u00e7a Santa Tereza (com o grupo Tranvia cero, Artistas do Espa\u00e7o Comum Luiz Estrela, Movimento Salve Santa Tereza e Paula Bruzzi do Indisciplinar) Tranvia Cero (Equador)<br \/>\nWorkshop Entre Muros _ Santa Tereza (com o grupo Tranvia cero, Artistas do Espa\u00e7o Comum Luiz Estrela, Movimento Salve Santa Tereza e Paula Bruzzi do Indisciplinar) Tranvia Cero (Equador)<br \/>\nColeta das mem\u00f3rias orais do bairro Santa Tereza que ser\u00e3o georreferenciadas em um mapa coletivo e compartilhado. Estes relatos tamb\u00e9m ser\u00e3o traduzidos em informa\u00e7\u00f5es visuais registradas no muro do Mercado Santa Tereza.Cartografia Afetiva _ Vila Dias (com Ana Ortega do Arquitectura Expandida + Desejaca + Talita Lessa e Igor Bernardes do Indisciplinar)<br \/>\nO workshop a ser realizado na Vila Dias com Arquitectura Expandida vai mapear a hist\u00f3ria da comunidade, seus moradores, as formas de ocupa\u00e7\u00e3o e de resit\u00eancia frente a amea\u00e7a de remo\u00e7\u00e3o e das interven\u00e7\u00f5es urban\u00edsticas segregat\u00f3rias que a OUC _ Opera\u00e7\u00e3o Urbana Consorciada_ pela NovaBH pode imprimir no territ\u00f3rio. A partir do mapeamento dos espa\u00e7os comuns e de uma cartografia afetiva, ser\u00e3o propostas interven\u00e7\u00f5es com sticker, stencil, pintura de muros e tamb\u00e9m algumas a\u00e7\u00f5es para recomposi\u00e7\u00e3o de \u00e1reas verdes a fim de refor\u00e7ar a conex\u00e3o dos moradores com o espa\u00e7o.<\/div>\n<div>QG: Associa\u00e7\u00e3o dos Moradores em frente ao Metr\u00f4 Santa Efig\u00eania<\/div>\n<div>facilitadora do workshop \u00e9\u00a0Ana Ortego representando o coletivo Arquitectura Expandida-AXP que \u00e9 um microlaborat\u00f3rio de especula\u00e7\u00e3o cultural em rede, que trabalha buscando a gera\u00e7\u00e3o de lugares de encontro no territ\u00f3rio. Desde 2010, atua em distintos bairros de Bogot\u00e1, produzindo Laborat\u00f3rios Urbanos de iniciativa independente e colaborativa. Neles, trabalha-se coletivamente na constru\u00e7\u00e3o f\u00edsica e social do territ\u00f3rio de forma transdisciplinar, emp\u00edrica e experimental. O objetivo tem sido investigar processos e metodologias de autoconstru\u00e7\u00e3o coletiva da cidade, compatibilizando teoria e a\u00e7\u00e3o em uma praxis levada \u00e0 cabo com diversos grupos de acad\u00eamicos, estudantes, associa\u00e7\u00f5es culturais, associa\u00e7\u00f5es comunit\u00e1rias e sobretudo com cidad\u00e3os unidos pelo interesse na gest\u00e3o pol\u00edtica, social e cultural de seu territ\u00f3rio. O coletivo ser\u00e1 representado por Ana L\u00f3pez Ortego, arquiteta espanhola atuante na Col\u00f4mbia, professora da Universidade Javeriana de Bogot\u00e1.Workshop Fazer &#8211; Trabalhar _ Centro<br \/>\n(com Gabriel Zea + Marcelo Maia e Ana Isabel Anastasia de S\u00e1 do Indisciplinar)<br \/>\nQG.: Teatro Espanca<br \/>\nO Viaduto Santa Tereza tem lugar o Duelo de Mcs, um encontro semanal. Ao redor desta festa ocorrem diferntes atividades que funcionam de maneira diferente o espa\u00e7o libert\u00e1rio gerado pelo Duelo de Mcs, como uma zona livre temporaria, na qual os bares, vendedores ambulantes, habitantes das ruas, e diversos outros atores permitem construir um espa\u00e7o alternativo ao sistema econ\u00f4mico e social. Nos \u00faltimos anos, mas principalmente a partir das jornadas de junho, o baixio do Viaduto Santa Tereza se tornou uma verdadeira \u00e1gora que vem acolhendo grandes debates pol\u00edticos via assembl\u00e9ias populares e reuni\u00f5es de grupos ativistas. Neste momento todo este territ\u00f3rio passa por uma etapa do processo de gentrifica\u00e7\u00e3o e o Estado-capital vem tentando emplacar ali projetos de higieniza\u00e7\u00e3o para valoriza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio para novos investimentos que possam surgir da Opera\u00e7\u00e3o Urbana Consorciada. O workshop Fazer &#8211; Trabalhar pretende construir um mapa do que acontece neste e em outros lugares da cidade nos quais t\u00eam lugar para festas de rua, para construir uma mem\u00f3ria de maneira colaborativa que d\u00ea conta, tanto das festas como dos sistemas econ\u00f4micos tradicionais e alternativos que existem nestes locais.<br \/>\nGabriel Zea (Col\u00f4mbia)<br \/>\nArtivista colombiano, integrante do coletivo Martinez-Zea (com Camilo Martinez) e professor da Universidade de Los Andes, Bogot\u00e1. Desde de 2006, trabalha com tecnologias livres em projetos que envolvem colabora\u00e7\u00e3o com pessoas e grupos provenientes de diversos campos da arte e fora dela. Seu trabalho se baseia em processos de apropria\u00e7\u00e3o e experimenta\u00e7\u00e3o com a tecnologia, que implicam no desenvolvimento de ferramentas pr\u00f3prias de software ou hardware, inseridos em diferentes contextos de difus\u00e3o ou intera\u00e7\u00e3o.O Semin\u00e1rio INSURG\u00caNCIAS: ARTE, ARQUITETURA E RESIST\u00caNCIA POSITIVA NA AM\u00c9RICA LATINA acontecer\u00e1 no dia 05 de Fevereiro de 2014, quarta feira, \u00e0s 19hs, no Teatro Oi Futuro Klaus Vianna, com a participa\u00e7\u00e3o de:<br \/>\nArquitectura Expandida (Bogot\u00e1\/Col\u00f4mbia, representado pela arquiteta Ana L\u00f3pez Ortego)<br \/>\nPablo de Soto (ECO-UFRJ_Brasil\/ Espanha)<br \/>\nGabriel Zea (Universidad de Los Andes Bogot\u00e1\/ Col\u00f4mbia)<br \/>\nTranvia Cero (Quito\/ Equador, representado por Karina Cortez)<br \/>\nNatacha Rena (INDISCIPLINAR UFMG \u2013 media\u00e7\u00e3o)<a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/events\/1414823542098218\/\">Lan\u00e7amento do livro de Bruno Cava<\/a> \u201cA multid\u00e3o foi ao deserto: as manifesta\u00e7\u00f5es no Brasil (jun-out)\u201d na Livraria Quixote, S\u00e1bado, dia 08 de fevereiro, \u00e0s 11:00<br \/>\nPalestra de Encerramento com Bruno Cava (Universidade N\u00f4made_RJ Brasil) \u201cA multid\u00e3o foi ao deserto: as manifesta\u00e7\u00f5es no Brasil (jun-out)\u201d<br \/>\n+<br \/>\nApresenta\u00e7\u00e3o dos resultados do workshop<br \/>\nDATA: 09 de fevereiro (domingo)<br \/>\nHOR\u00c1RIO: 11 hs<br \/>\nLOCAL: Audit\u00f3rio do ICBEU, Rua da Bahia, 1723<br \/>\nBruno Cava (Pensador e ativista da Universidade N\u00f4made _<br \/>\nRio de Janeiro\/ Brasil)<br \/>\n\u00c9 graduado em direito e engenharia, mestre em direito pela UERJ, coeditor das revistas Lugar Comum e Global Brasil, bloga no <a href=\"www.quadradodosloucos.com.br\">Quadrado dos Loucos<\/a> e escreve em v\u00e1rios sites, tendo publicado textos no Le Mond Diplomatique Brasil, Revista Forum, The Guardian e Al Jazeera. Escreveu com Alexandre Mendes, A vida dos direitos: ensaio sobre viol\u00eancia e modernidade\u201d (2008) e, presentemente, atua como pesquisador associado \u00e0 rede Universidade N\u00f4made, com concentra\u00e7\u00e3o nas lutas e ocupa\u00e7\u00f5es urbanas.<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Faz\u00a0parte do VAC Ver\u00e3o Arte Contempor\u00e2nea 2014\u00a0e \u00e9 uma produ\u00e7\u00e3o do Grupo INDISCIPLINAR\u00a0 (https:\/\/www.facebook.com\/pages\/Indisciplinar\/425668724191296?fref=ts)\u00a0em parceria com o VAC e diversos coletivos de artistas e arquitetos, movimentos sociais, movimentos culturais, ativistas e universidades. 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